Filmoteca de Maio

Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e sua filha de seis anos (Victorie Thivisol) resolvem se mudar para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive a desfrutar seus deliciosos produtos, transformando o ceticismo inicial em uma calorosa recepção.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

Cinco amigos dos velhos tempos se encontram com problemas financeiros e resolvem se reunir para praticar um golpe contra uma transportadora de valores. O plano é ótimo e Danilo (Lúcio Mauro Filho) trabalha lá já tem tudo esquematizado na cabeça. Agora, ele só precisa que Rodrigo (Danton Mello), Vaguinho (Gregório Duvivier), Amaral (Fábio Porchat) e Tonico (Felipe Abib) se concentrem nas coordenadas para faturar uma grana alta e fácil. Mas a sorte não parece estar do lado do quinteto e eles vão ter que se virar para honrar o compromisso com um "empresário do mal", que financiou o armamento do grupo. Será que eles conseguem? É quando pinta a ideia de recorrer a um outro amigo de infância, o político Paulo (Bruno Mazzeo). A confusão está armada e tem tudo para dar errado.

O grande Gatsby
A edição traz ainda o prefácio à edição americana de 1934, escrita pelo próprio Fitzgerald; um posfácio do escritor americano Alex Gilvarry, autor de Nada além da verdade; uma seleção das cartas que Fitzgerald escreveu a Maxwell Perkins, seu editor à época da publicação de O grande Gatsby; e a cronologia da vida e obra do autor.
Um retrato pungente da decadência de uma sociedade materialista e deslumbrada com o poderio do pós-guerra e dos trágicos danos causados por uma obsessão lancinante com o passado.
Sobre o autor
F. Scott Fitzgerald nasceu em 24 de setembro de 1896, em Minnesota. Em 1918, conheceuZeldaSayre, jovem da alta sociedade com quem viria a se casar pouco depois e ter uma filha, Frances Scott Fitzgerald.Em 1920 publicou seu primeiro romance, Este lado do paraíso, pelo qual foi aclamado pela crítica e pelo público. Entre suas obras, destacam-se também os romances Os belos e malditos e Suave é a noite, além de diversos contos e peças de teatro. Em 1940, sofreu um ataque cardíaco fatal, enquanto trabalhava em O último dos magnatas.

[RESENHA] As violetas de março
"Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar. Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta. Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história. Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades."
Tenho andado um pouco
apática para a literatura, contudo As violetas de março, Sarah Jio, 299
páginas, Novo Conceito, me tirou dessa fossa literária. Considerei uma história
diferente, apesar de não ter muitas surpresas, fiquei presa à história até o
final. Não sei se a Emily, com todo o seu sofrimento, me fisgou ou se o diário
secreto me encantou mais.
Emily está passando por
um processo de separação doloroso e resolve viajar para o lugar onde sempre foi
o seu porto seguro: a casa da tia Bee em Bainbridge. Lá encontra um diário
datado de 1940 com uma forte história de amor e ódio. Além do diário e da
separação, Emily também precisa lidar com uma avalanche de recordações da
juventude, reencontrando um antigo namorado.

Emily é uma mulher
madura e cheia de conflitos, dos quais não foge. Portanto não iremos nos
deparar com uma história mel com açúcar, ou seja, que for diabético literário
não terá uma overdose de açúcar literário. O grande segredo está em descobri a
relação do título com o enredo do livro, é essa descoberta que nos leva e também
a própria personagem a renovar a esperança!
As violetas de março é
um daqueles livros que lemos num dia gostoso de chuva e depois sentimos uma
baita ressaca literária. É também um bom livro para dar de presente! Caso você
tenha muito interesse, se quiser participar no Top comentarista deste mês e concorrer
a um exemplar, é só participar!
Por Lilian Farias

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